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Mostrando postagens de 2015

Laudelindas Indicam: Contra a desigualdade salarial, restaurante cobra 30% a mais de homens

Por Lua Silva
Em meio a questões como como a disparidade salarial, objetivação da mulher, discorrerei um pouco sobre uma propaganda que assistir num dia desses, sim, uma propaganda. Parece um pouco confuso abordar a temática propaganda aqui – afinal, isso já renderia muito mais coisas – mas, por mais incrível que possa parecer esse “comercial” muito me chamou atenção pelo cunho positivo que ele carrega.               A agência de publicidade Agnelo Comunicação com a intenção de chamar atenção para a disparidade salarial no Brasil criou a campanha "Unfair Menu" ("Menu Injusto", em tradução livre), de forma inteligente e prática acrescentou em todos os itens do cardápio do restaurante Ramona, em São Paulo, a sinalização “ +30% para homens”. Vendo o vídeo é possível verificar o quanto esse problema já se naturalizou, em nenhum momento os clientes ou as clientes se atentavam para a questão salarial, muitos inclusive, contestavam aquela atitude, carregavam inquietos o qu…

Reflexões Laudelianas: "Por que você fez isso? A beleza da mulher tá no cabelo."

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Por Vanessa Aguiar "- Por que você fez isso? A beleza da mulher tá no cabelo." Felizmente, a frase não me perturbou negativamente, mas me concedeu a seguinte reflexão: A beleza da mulher está do lado de dentro da cabeça; minha inteligência, minhas qualidades, as características que me fazem bela não estão nos meus fios. Eu, Vanessa Aguiar, definitivamente, não sou o meu cabelo; e sinceramente, nunca soube de alguém que fez uma escova inteligente e saiu do salão com o QI mais alto, logo, a beleza da mulher, para mim, não tem nenhuma ligação com cosméticos ou penteados. Estudando sobre a História da Arte e a Iniciação a Estética, pude avaliar que existem várias categorias de beleza, e as artes cômicas, terríveis, subjetivas, são algumas delas. Por isso, não devemos desconsiderar algo como belo, só porque não provocou sentimentos em você, outra pessoa pode apreciar a mesma obra e obter prazer.

Inscrições III SEMU

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Frida – Prepare-se para ser seduzido (EUA, 2002)

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Por Vanessa Aguiar 
O filme que venceu o Oscar duas vezes, e foi premiado pelo Globo de Ouro e o BAFTA, conta a história da pintora, patriota, comunista e revolucionária, Magdalena Carmen Frida Kahlo y Calderon, conhecida popularmente como Frida Kahlo, uma das artistas mais marcantes da história do México.
O drama biográfico relata a vida da Frida, desde a adolescência até a sua morte, cheia de superações e traumas. Embora o filme não retrate, o sofrimento de Frida começou aos seis anos, quando contraiu poliomielite, que causou uma atrofia no seu pé direito, e a deixou com uma perna mais fina que a outra.
Com 18 anos de idade, quando voltava de bondinho da Escola Preparatória Nacional, onde estudava medicina, Frida e o seu noivo, sofreram um grave acidente, no qual Frida ficou entre a vida e a morte. A barra de ferro do bonde transpassou o abdômen, coluna, pélvis e vagina, ela passou por 35 cirurgias, e sua recuperação levou vários meses, foi durante esse período que surgiu a grande pin…

Câncer de Mama: prevenir é o melhor remédio!

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Por Luara Silva
O câncer de mama é umas das grandes preocupações de saúde quando se trata de saúde da mulher – mesmo que a doença acometa homens, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS) a proporção de câncer de mama em homens e mulheres é de 1:100, ou seja, de cada 100 mulheres um homem terá a doença. No Brasil, o Ministério da
Saúde estima 52.680 casos novos em um ano, com um risco estimado de 52 casos a cada 100 mil mulheres (VIDA, 2015).
O câncer de mama é um tumor maligno que se desenvolve na mama como consequência de alterações genéticas em algum conjunto de células da mama, que passam a se dividir descontroladamente. Ocorre o crescimento anormal das células mamárias, tanto do ducto mamário quanto dos glóbulos mamários

Vem aí o III SEMU: Informações aqui!

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Vem aí o III SEMINÁRIO DE MULHERES DA UESC trazendo o tema do Assédio Sexual em Instituições Educacionais: NÃO AO SILENCIAMENTO!
Depois que alguns casos de assédio e violência sexual aconteceram na UESC ou com mulheres do ambiente acadêmico, além de varios outros denunciados no Brasil, o CFLCM decidiu trazer esse tema para debate dentro da acadêmia, lugar onde as opressões ainda imperam, como em toda sociedade.
As relações de poder e a hierarquia existente entre os e as personagens que habitam o cenário acadêmico servem muitas vezes para dificultar e desencorajar as mulheres vitimas do assédio a não denunciar e a entender aquela situação como algo natural e inerente ao ser humano. 
O modo como a sociedade encara o assédio, principalmente o sexual, faz com que nem nós mesmas saibamos o que é e o que não é assédio sexual, principalmente quando nos impõe padrões excludentes e ainda tratam a nós, mulheres, como objetos sexuais dando aos homens o direito de acharem que podem ignorar o nosso &…

Laudelina de Campos Melo, presente!

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Ativista sindical e trabalhadora doméstica. Sua trajetória foi marcada pela luta contra o preconceito racial, subvalorização das mulheres e exploração da classe trabalhadora. Combateu a discriminação da sociedade em relação às empregadas domésticas, exigindo melhor remuneração e igualdade de direitos sociais. Sua atuação permitiu a regulamentação do emprego doméstico como fundadora do Sindicato das empregadas domésticas.

Laudelina nasceu em 12 de outubro de 1904, em Poços de Caldas, Minas Gerais. Aos sete anos de idade, começou a trabalhar como empregada doméstica, aos 16 anos deu início à sua atuação em organizações de cunho cultural, sendo eleita presidenta do Clube 13 de Maio, agremiação que promovia atividades recreativas e políticas entre os negros de sua cidade.
Aos 18 anos, Laudelina mudou-se para São Paulo, onde se casou, mudando-se para Santos em 1924. Participou junto com seu marido da agremiação Saudade de Campinas, grupo cultural negro de Santos. Somente depois da separaçã…

Reflexões Laudelianas: Sobre a marcha do empoderamento crespo x as pautas do movimento negro.

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Por Valéria Martins
  A 1ª Marcha dos Cabelos Crespos aconteceu no dia 26 de julho em comemoração ao Dia Internacional da Mulher Negra Latino Americana e Caribenha (25 de julho). No ato esteve presente mulheres negras, homens negros e crianças com objetivo de mostrar a importância da cultura negra e valorização dos cabelos crespos e afro. 
  Depois de SP, a marcha se expandiu para várias outras capitas, e o debate sobre a mesa cresceu. Nos últimos dias eu tenho visto bastante o posicionamento contrário a marcha, e até curti muitas coisas que foram ditas por entender o que essas pessoas estavam falando sobre o assunto, de verdade.
    Só que assim, não da pra desprezar o lado estético, e nem da para trata-lo como se não fosse tão importante para a luta do movimento negro, e principalmente para as mulheres negras (e pasmem, é o que alguns estão fazendo). Dizer que uma marcha do empoderamento crespo é besteira porque temos outras pautas para nos preocuparmos - como se a mulher que participa…

Laudelindas Indicam: Coco antes de Chanel

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Por Sabrina Venditto

Chanel (1883-1971) consagrou-se como um dos maiores ícones da moda no século XX, se distinguindo por uma postura modernista e revolucionariamente inovadora. Diante da opressão machista ela representava a própria personificação da modernidade, relacionando-se intimamente com a vanguarda intelectual e artística de sua época, de forma que suas criações proporcionaram a emancipação feminina ao juntar elegância, conforto e praticidade em contraposição à ditadura dos espartilhos, rendas e frufrus.
O filme retrata sua trajetória antes da fama. Quando criança Gabrielle (Audrey Tautou) é deixada, junto com a irmã Adrienne (Marie Gillain), em um orfanato. Ao crescer ela divide seu tempo como cantora de cabaré e costureira, fazendo bainha nos fundos da alfaiataria de uma pequena cidade. Até que ela recebe o apoio de Étienne Balsan (Benoît Poelvoorde), que passa a ser seu protetor.



Laudelinas Convidam: Projeto fotográfico "Quando eu sou assediada?"

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Procuramos mulheres que se sintam confortáveis em falar sobre o assunto e queiram participar do projeto fotográfico intitulado "Quando eu sou assediada?".

Planejamos um encontro sobre o tema, com acolhimento e dialogo e então a execução do ensaio.

Caso alguma mulher não se sinta confortável em participar do ensaio, poderá participar apenas da roda de conversa.

A proposta é que cada uma se sinta confiante para falar e sinta-se segura ente suas iguais, para que saiamos ainda mais fortalecidas e empoderadas.

Procure-nos!

Qualquer informação através do e-mail (cflaudelina@gmail.com) ou com qualquer integrante do coletivo.

Reflexões Laudelianas: Verdades mascaradas sobre a novela da Globo.

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Por Sabrina Venditto

Hoje me chamou a atenção uma notícia que falava sobre um final alternativo para a novela “Verdades Secretas” que acabou na semana passada na rede Globo, aí eu resolvi desafiar aquela lei que diz: “nunca leia os comentários se quiser se manter emocionalmente saudável” e vejo que muitas mulheres ficaram torcendo pra que a protagonista ficasse com o opressor Alex ao invés do estuprador Gui. Excelente troca, amigas só que não. Fico impressionada com a capacidade que as pessoas tem de banalizar a violência, o estupro, a opressão.         É claro que por se tratar de uma obra de dramaturgia, por ser ficção não existe nenhum compromisso com a realidade nem a arte tem a obrigação de mostrar só o que é bonito e aceito socialmente, a função social da arte é subverter mesmo. Por isso, assiste quem quer, sou totalmente contra a censura, embora a ética - tão em desuso na nossa liberdade de expressão duramente conquistada - seja absolutamente imprescindível. E sempre há as conseq…

Laudelindas Indicam: Os Amantes do Café Flore (França, 2006)

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Por Priscila Figueiredo

          O filme “Os Amantes do Café Flore” percorre um período da vida da Simone de Beauvoir, focando na sua vida familiar, na sua trajetória como escritora e professora e, acima de tudo, no seu relacionamento com Jean Paul Satre.             Simone era uma escritora e filósofa francesa. Mas pouco significa definir uma pessoa pelo seu ofício ou origem de nascimento. Tão pouco dizer que ela era uma mulher, esclarece sobre sua complexidade. Ela mesma em “O Segundo Sexo” explora essa questão essencial: O que significa ser mulher? Esse trabalho, dentre outros da autora, revolucionou a compreensão do lugar da mulher na nossa sociedade. É um livro transformador. Ela - uma autora fundamental e inspiradora.
            Ao focar no relacionamento de Simone de Beauvoir e Jean Paul Satre, o filme retrata temáticas como liberdade, amor livre e contextualiza a produção escrita dessa filósofa brilhante. Além disso, a produção focaliza mais na vida de Beauvoir, expondo sua v…

Laudelindas Indicam: Filme Mad Max - Estrada da Fúria

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Hoje temos início a uma coluna semanal chamada "Laudelindas Indicam". Toda quinta-feira você vai encontrar dicas de filmes, livros, artigos e o que mais houver de interessante, sempre pensando no nosso processo de empoderamento e desconstrução de opressões. Venha com a gente e se liga nessas dicas, depois a gente quer saber a sua opinião sobre o material indicado!  Leia agora a resenha do filme "Mad Max", indicação da Luana Nascif e Nayala Amorim.
EXISTE FEMINISMO EM “MAD MAX: ESTRADA DA FÚRIA”?
[Contem spoiler]
Esperei ansiosamente para assistir este filme, e quando isso aconteceu confesso que alguns detalhes me deixaram muito intrigada, outros, bem animada, eu até me emocionei em uma cena. Pois bem, vamos começar.  O longa-metragem se passa em um período onde toda uma população vive sob os mandos e desmandos de um regime ditatorial, onde os filhos da terra se tornam homens da guerra. Toda a população composta por homens e mulheres vive em total miséria. A escassez de á…

Quando eu sou assediada?

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Desabafo em segredo

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Texto publicado pela página Segredos UESC, enviado anonimamente. Não sabemos a sua autoria, mas consideramos um bom texto a ser compartilhado. Você pode ver o original AQUI.


"Quando eu era novinha achava que garota que deixava passar a mão era puta. Deixei um garoto passar a mão em mim e não vi que eu não era puta.

Depois achava que mulher que ficava com vários, era puta. Fiquei com um monte e não virei puta. Achava que quem dava pra muitos era puta. Dei, dei e dei, não virei puta. Achava que mulher que dava no primeiro encontro era puta. Dei no primeiro encontro e não virei puta. Ai resolvi seguir a regrinha e não dar no primeiro encontro. Não teve segundo encontro, to querendo dar pra ele até hoje. Hoje ele é meu amigo, quero dar e não falo, porque ainda sou um pouco machista e acho que mulher que chega em homem é puta. Achava que mulher que gostava de dar o cu era puta. dei o cú e não era puta. Achava que mulher gostava de cantada de pedreiro. Passei em frente a construção. Que vergo…

Nota de repúdio: Assédio sexual e verbal no transporte público

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Por Débora Bomfim
Nós, do Diretório Central das e dos Estudantes Livre Carlos Marighella e Coletivo Feminista Laudelina de Campos Melo, viemos a público manifestar nosso repúdio ao fato de violência que uma estudante da universidade sofreu na sexta-feira (28/08/15) dentro de um ônibus da linha Itabuna/Salobrinho. O agressor (sim isso mesmo, pois ele agrediu uma mulher, foi uma agressão verbal, pois ao proferir xingamentos a estudante e fazer gestos obscenos para a mesma. Isso caracteriza uma VIOLÊNCIA) é um estudante da mesma universidade. Insatisfeito por aparecer em uma gravação de vídeo sobre a “festinha do último ônibus” (outros estudantes estavam filmando, mas ele apenas dirigiu sua revolta a garota, por que será?) ele expôs a mesma, com gestos obscenos e palavras de baixo calão humilhando-a e oprimindo com a intenção de reduzi-la a nada, fazendo a vitima se sentir culpada, com vergonha e acanhada. A estudante que até então não havia reagido, ao ser chamada por uma amiga e tentar…

Do “psiu” ao assédio virtual

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Por Clara Serra, Luara Silva e Valéria Martins

"Ê delicia!" “Psiu, gatinha.” “E aí, princesa” “Ei, linda” podem parecer frases inofensivas, que você usaria para falar com uma amiga qualquer, certo? Mudemos um pouco o contexto... Uma moça está indo para casa tarde da noite depois de um exaustivo dia de trabalho, passa por uma rua que todos precisam passar para se dirigir a um determinado bairro e então ela escuta: “E aí, princesa?”.
Vocês devem estar se questionando, mas o que tem demais? Isso é abuso? Isso pode ser considerado assédio? Pode até não parecer nada demais, quando você nunca esteve em uma situação dessas, e me atrevo a dizer que se você nunca se encontrou numa situação dessas, provavelmente você é homem, afinal, mais da metade das mulheres já passaram pela situação descrita acima, ou semelhante, mas que da mesma forma a constrange e intimida. No entanto, ao contrário da situação hipotética acima narrada, muitas mulheres não precisam apenas estar na rua tarde da noi…

Do “psiu” ao assédio virtual

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Por Clara Serra, Luara Silva e Valéria Martins "Ê delicia!" “Psiu, gatinha.” “E aí, princesa” “Ei, linda” podem parecer frases inofensivas, que você usaria para falar com uma amiga qualquer, certo? Mudemos um pouco o contexto... Uma moça está indo para casa tarde da noite depois de um exaustivo dia de trabalho, passa por uma rua que todos precisam passar para se dirigir a um determinado bairro e então ela escuta: “E aí, princesa?”.
Vocês devem estar se questionando, mas o que tem demais? Isso é abuso? Isso pode ser considerado assédio? Pode até não parecer nada demais, quando você nunca esteve em uma situação dessas, e me atrevo a dizer que se você nunca se encontrou numa situação dessas, provavelmente você é homem, afinal, mais da metade das mulheres já passaram pela situação descrita acima, ou semelhante, mas que da mesma forma a constrange e intimida. No entanto, ao contrário da situação hipotética acima narrada, muitas mulheres não precisam apenas estar na rua tarde da noi…

E se terceirizar, como ficam as mulheres?

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Por Noêmia Fernanda e Valéria Martins

Diversas manifestações da classe trabalhadora têm ocorrido, em nosso país, contra o PL 4330, de autoria do empresário e ex-deputado Sandro Mabel. É um projeto de lei sobre terceirização do trabalho.
1- MAS O QUE É TERCEIRIZAÇÃO? É quando uma empresa deixa de realizar uma ou mais atividades através de empregados DIRETAMENTE contratados, transferindo-as para outra empresa. Como acontece, muitas vezes, com vigilantes e serviços de limpeza.

Movimento Mexeu com uma, Mexeu com Todas!

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Mais uma reunião realizada com sucesso do movimento Mexeu com uma, Mexeu com Todas! Na sede da OAB em Itabuna.

O movimento surgiu para cobrar resposta do Estado frente ao acontecido com a companheira Luana Rosário.

O que buscamos e queremos é justiça não apenas para o caso da companheira, como mais representatividade e segurança para todas as mulheres vitimas de abuso.

Neste momento temos em Luana um exemplo pois não se calou e juntou todas essas mulheres e movimentos para lutar por uma causa comum: é pela vida das mulheres!

Laudelina, presente!

#‎MexeucomUmaMexeucomTodas‬

Há braços feministas de Luta.

Nota de apoio ao movimento "Mexeu com uma, Mexeu com todas!"

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Ser mulher continua perigoso.

É sabido que a violência sempre existiu e que outrora se dava dentro da esfera familiar, afinal, às mulheres não cabia outro lugar, senão a sua casa e seus afazeres domésticos, como cuidar dos filhos, estar na cozinha para cozinhar para seu marido, na sala apenas para receber os amigos do seu marido, e no quarto para lhe satisfazer as vontades sexuais. A casa era o local das mais violentas barbáries que essa mulher, posse de um homem, sentia, ouvia e sofria.

Se por um lado nos dias atuais temos conquistado mais espaços no mundo, percebemos que esse mesmo mundo ainda não nos aceita. Tudo criado e mantido nele vieram e veem de mãos masculinas: nossas leis, nossos costumes, nosso modo de nos relacionarmos com o próprio mundo e com a natureza. Tudo isso impede nossa (con)vivência em sociedade.

Nesse mundo onde lutamos e conquistamos pequenos espaços, nossa voz e representatividade continua sendo ínfima.